
“Por onde começo? Qual de todos os meus importantes nadas devo contar primeiro?”
— Jane Austen, 1808
Gosto dessa frase porque nem sempre sabemos por onde começar ou o que realmente importa. Na psicanálise, esses “importantes nadas” podem revelar muito sobre nossos desejos, conflitos e experiências.
Minha trajetória começou no jornalismo e na comunicação, áreas em que atuei por mais de 20 anos. Ouvir, observar e procurar compreender pessoas e histórias sempre fizeram parte do meu trabalho.
A psicanálise transformou essa escuta. Se no jornalismo buscamos organizar histórias e encontrar respostas, na clínica aprendemos a sustentar perguntas, reconhecer repetições e respeitar o tempo e a singularidade de cada pessoa.
É nesse espaço, sem julgamentos ou respostas prontas, que a fala pode abrir caminhos para novas formas de compreender a si mesmo.
Não é preciso saber por onde começar. Começamos pelo que pode ser dito.
Atendimento online para adolescentes e adultos.
Os primeiros encontros são um espaço para você falar sobre o que levou você a buscar análise, o momento que está vivendo e as questões que hoje provocam sofrimento, dúvida ou inquietação.
A partir daí, os encontros passam a acontecer regularmente. Não há um roteiro pronto: a fala pode trazer acontecimentos atuais, lembranças, relações, sonhos, conflitos e associações que ajudam a perceber questões que nem sempre estão evidentes.
Ao longo do processo, começamos a reconhecer repetições, conflitos, desejos e formas de se relacionar consigo e com os outros. A análise não oferece respostas prontas, mas abre espaço para novas perguntas, escolhas e possibilidades.
As sessões acontecem por videoconferência, em um ambiente privativo, com o cuidado ético, o sigilo e a atenção que o acompanhamento clínico exige.
Uma opção para brasileiros que moram no exterior e para quem busca conciliar o cuidado emocional com uma rotina intensa, oferecendo flexibilidade e continuidade ao acompanhamento.
Na análise, você não precisa chegar com tudo organizado nem saber exatamente o que dizer. O processo se constrói pela fala, no seu tempo.
Cada processo é construído de forma individual, respeitando o tempo, a história e as questões de cada pessoa.
Minha trajetória no jornalismo e na comunicação ampliou meu olhar para pessoas, histórias, relações e comportamentos.
As sessões acontecem com horário reservado, privacidade e continuidade, sem a necessidade de deslocamento.
A psicanálise pode ser procurada tanto por quem atravessa um momento específico de sofrimento quanto por quem percebe conflitos, angústias ou padrões que se repetem e deseja compreender melhor sua própria história e suas escolhas. Não é necessário ter um diagnóstico para começar uma análise.
É um primeiro espaço de conversa e escuta. Você pode contar o que o levou a procurar análise e falar sobre o momento que está vivendo. Também podemos conversar sobre a frequência dos encontros e esclarecer dúvidas sobre o processo.
As sessões duram aproximadamente 50 minutos.
A frequência é combinada de acordo com cada caso. Em geral, o processo começa com encontros semanais.
Sim. No atendimento online, as sessões acontecem por videochamada, em horário previamente combinado, e é importante que a pessoa esteja em um ambiente reservado e com privacidade.
Não existe um assunto certo. Você pode falar sobre o que vier à mente: acontecimentos do cotidiano, lembranças, relações, medos, sonhos, dúvidas, incômodos ou mesmo sobre aquilo que parece difícil colocar em palavras.
Sim. A confidencialidade é um princípio fundamental do trabalho clínico e da relação entre analista e paciente.
O atendimento é particular.
Este site não oferece atendimento imediato a pessoas em crise suicida. Em caso de crise ligue para o CVV (telefone 188). Em caso de emergência, procure o hospital mais próximo. Havendo risco de morte, ligue imediatamente para o SAMU (telefone 192).
Todos os direitos reservados para @AnaPaixão – Desenvolvido por Evo360Graus